14 de fevereiro de 2016

Domingo I do Advento

 22 de Novembro




“Para Vós, Senhor, elevo a minha alma. Meu Deus, em Vós confio.”

Neste 1º Domingo do Tempo do Advento, a Palavra de Deus apresenta-nos uma primeira abordagem à “vinda” do Senhor.

Na primeira leitura, pela boca do profeta Jeremias, o Deus da aliança anuncia que é fiel às suas promessas e vai enviar ao seu Povo um “rebento” da família de David. A sua missão será concretizar esse mundo sonhado de justiça e de paz: fecundidade, bem-estar, vida em abundância, serão os frutos da ação do Messias.

A segunda leitura convida-nos a não nos instalarmos na mediocridade e no comodismo, mas a esperar numa atitude ativa a vinda do Senhor. É fundamental, nessa atitude, a vivência do amor: é ele o centro do nosso testemunho pessoal, comunitário, eclesial.

O Evangelho apresenta-nos Jesus, o Messias filho de David, a anunciar a todos os que se sentem prisioneiros: “alegrai-vos, a vossa libertação está próxima. O mundo velho a que estais presos vai cair e, em seu lugar, vai nascer um mundo novo, onde conhecereis a liberdade e a vida em plenitude. Estai atentos, a fim de acolherdes o Filho do Homem que vos traz o projeto desse mundo novo”. É preciso, no entanto, reconhecê-l’O, saber identificar os seus apelos e ter a coragem de construir, com Ele, a justiça e a paz.

A realidade da história humana está marcada pelas nossas limitações, pelo nosso egoísmo, pela destruição do planeta, pela escravidão, pela guerra e pelo ódio, pela prepotência dos senhores do mundo… Quantos milhões de homens conhecem, dia a dia, um quadro de miséria e de sofrimento que os torna escravos, roubando-lhes a vida e a dignidade…

A Palavra de Deus que hoje nos é servida abre a porta à esperança e grita a todos os que vivem na escravidão: “alegrai-vos, pois a vossa libertação está próxima. Com a vinda próxima de Jesus, o projeto de salvação/libertação de Deus vai tornar-se uma realidade viva; o mundo velho vai converter-se numa nova realidade, de vida e de felicidade para todos”.

É preciso “estar atento” a essa salvação que nos é oferecida como dom, e aceitá-la. Jesus vem; mas é necessário reconhecê-l’O nos sinais da história, no rosto dos irmãos, nos apelos dos que sofrem e que buscam a libertação. É preciso, também, ter a vontade e a liberdade de acolher o dom de Jesus, deixar que Ele nos transforme o coração e Se faça vida nos nossos gestos e palavras.


Liturgia da Palavra do Domingo I do Advento

I Leitura Jer 33, 14-16
«Farei germinar para David um rebento de justiça»

Toda a história da salvação é testemunho da fidelidade de Deus à Aliança, que, em sua misericórdia, Ele quis fazer com os homens, para os levar até à participação da sua vida divina. Essa Aliança tem o seu momento culminante em Jesus Cristo; mas a promessa de Deus vem de longe. Os profetas, como aquele donde é tirada hoje esta leitura, anunciam o futuro Messias com os nomes de “Rebento”, “Gérmen”, nomes que apontam para Alguém que irá aparecer como rebento novo saído de um tronco já envelhecido. Esse “Rebento” viria a ser Jesus, descendente do tronco real de David. É também com esta promessa diante dos olhos que damos entrada no Tempo do Advento, na expectativa do Senhor que vem                            

Salmo   24 (25)
«Para Vós, Senhor, elevo a minha alma.»

II Leitura Tes 3, 12 – 4, 2
«O Senhor confirme os vossos corações no dia de Cristo»

A Igreja vive na expectativa da vinda do Senhor. “Eu vou preparar-vos um lugar”, disse Jesus ao sair deste mundo. E de novo Ele um dia virá, e vem já na presença constante com que está no meio de nós. A espiritualidade da vida cristã nasce toda da consciência desta presença e dessa expectativa, e manifesta-se na esperança com que, todos os dias, caminhamos ao seu encontro. Viver na expectativa da vinda do Senhor é caminhar constantemente ao encontro do Senhor.                              

Aclamação ao Evangelho       
                    
Salmo 84
«Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia e dai-nos a vossa salvação.»

Evangelho Lc 21, 25-28.34-36
«A vossa libertação está próxima»

A vinda do Senhor, a sua última vinda, ou talvez melhor, o último momento da vinda que Ele inaugurou quando Se fez homem e veio habitar no meio de nós, é, de novo, proclamada nesta leitura. E com que solenidade! E com que exigências! Mas, no fundo, será esse o momento supremo da nossa libertação, porque o Senhor, que vem, vem como Salvador. O Advento é o tempo particularmente consagrado a viver nesta expectativa.             


 Preparando a liturgia para o Domingo II do Advento

Bar 5, 1-9                                           
«Deus mostrará o teu esplendor»

Salmo 125 (126)                                             
O Senhor fez maravilhas em favor do seu povo.

Filipe 1, 4-6.8-11                               
«Puros e irrepreensíveis para o dia de Cristo»

Lc 3, 1-6                                                             
«Toda a criatura verá a salvação de Deus»


Palavra de Deus para a semana de 30 Novembro a 5 de Dezembro

30 Segunda
Rom 10, 9-18 - Salmo 18 A - Mt 4, 18-22
Vinde comigo, diz o Senhor, e farei de vós pescadores de homens.

1 Terça
Is 11, 1-10 - Salmo 71 (72) - Lc 10, 21-24
O Senhor virá com poder e majestade e iluminará os olhos dos seus fiéis.

2 Quarta
Is 25, 6-10a - Salmo 22 (23) - Mt 15, 29-37
O Senhor vem salvar o seu povo:
felizes os que estão preparados para ir ao seu encontro.

3 Quinta
Is 26, 1-6 - Salmo 117 (118) - Mt 7, 21. 24-27
Ide e ensinai todos os povos, diz o Senhor:
Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos.

4 Sexta
Is 29, 17-24 - Salmo 26 (27) - Mt 9, 27-31
O Senhor virá com poder e majestade e iluminará os olhos dos seus fiéis.

5 Sábado 
Is 30, 19-21. 23-26 - Salmo 146 (147) - Mt 9, 35 – 10, 1. 6-8
O Senhor é o nosso legislador, o nosso juiz, o nosso rei:
Ele próprio vem salvar-nos.



30  Novembro  

 

S. André, Apóstolo

André, natural de Betsaida, foi primeiramente discípulo de João Baptista e depois seguiu a Cristo, a quem apresentou também seu irmão Pedro. Juntamente com Filipe introduziu à presença de Jesus uns gentios que O queriam ver, e foi ele também que indicou o rapaz que tinha os peixes e o pão. Segundo uma tradição, depois do Pentecostes pregou em diversas regiões e foi crucificado na Acaia.
            
   
3  Dezembro
     
 

S. Francisco Xavier, presbítero

Nasceu no castelo de Xavier, em Navarra (Espanha) no ano de 1506. Quando estudava em Paris, juntou-se ao grupo de S. Inácio. Foi ordenado sacerdote em Roma no ano de 1537 e dedicou se a obras de caridade. Em 1541 partiu para o Oriente. Evangelizou incansavelmente a Índia e o Japão durante dez anos, convertendo muitos à fé. Morreu em 1552 na ilha de Sanchoão, às portas da China.


4  Dezembro     


S. João Damasceno, presbítero e doutor da Igreja


Nasceu em Damasco na segunda metade do século VII, de uma família cristã. Grande conhecedor da filosofia, entrou no mosteiro de S. Sabas, perto de Jerusalém, e foi ordenado sacerdote. Escreveu numerosas obras teológicas, sobretudo contra os iconoclastas. Morreu em meados do século VIII.


5  Dezembro    

S. Martinho de Dume, Frutuoso e Geraldo, bispos

Martinho, oriundo da Panónia, nasceu no princípio do século VI e foi, ainda novo, para a Palestina. Era um homem de grande erudição e «por inspiração divina», como ele mesmo afirmava, veio para a Galiza cerca do ano 550. Converteu os suevos do arianismo à fé católica e fixou-se em Dume; aí fundou um mosteiro de que foi eleito bispo. Em 569 ficou a ser também bispo metropolita de Braga. Com a sua virtude e saber, diz S. Isidoro, a Igreja floresceu na Galiza. Morreu no dia 20 de Março do ano 579.
Frutuoso nasceu no princípio do século VII, de nobre família visigótica. Fundou numerosos mosteiros, que muito contribuíram para a educação da juventude, como centros de vida religiosa e cultural. Nomeado arcebispo de Braga, a fama da sua santidade e sabedoria estendeu-se a toda a Península Hispânica. Morreu cerca do ano 666. 



Caminhada de Advento – Natal – 2015-2016

Há mais alegria em dar (-se)! (At 20,35)
Felizes os misericordiosos! (Mt 5,7)

1.ª Semana do Advento
“O Senhor vos faça crescer e abundar na caridade uns para com os outros e para com todos.” (1 Ts 3,12)

Caridade 
- Apresentar o cabaz paroquial vazio.
- Construir o cabaz em família.

Dá!

- Abdicar de algo material e colocá-lo no cabaz…
- Prestar atenção à família e àqueles que a rodeiam…
- Auxiliar aqueles que necessitam de ajuda nas pequenas tarefas do dia a dia…

Neste Natal, o cabaz, que queremos apresentar, cheio de bons frutos, terá de ser “esvaziado”. Procuraremos que esse “vazio” aberto se encha de boas obras (expressas nos rolos de papel) e se torne assim “a manjedoura”, o lugar onde se alberga a nossa salvação.
O cabaz familiar esvaziado no cabaz paroquial e este esvaziado na ajuda às famílias tornar-se-á então a manjedoura que abriga a vida d’Aquele pelo Qual todos somos salvos: “um recém-nascido, envolto em faixas e deposto numa manjedoura” (Lc 2,12).                                    

Intenções para a Eucaristia de 6 de Dezembro (10h)

Manuel de Araújo Barbosa;
Alexandre Medon e filhos;
João de Jesus Pinto, de Requim, mãe e sogros;
Natália Fernanda da Silva Alves e seus avós;
Margarida Teixeira de Jesus, marido e filho;
Maria Rosa Leal Pinheiro;
Emídio luís, esposa e filho;
António Pinto Melo;
Alexandre da Silva Azeredo;
Ricardo Luís, Palmira Pereira de Jesus e filha;
Joaquina da Silva Madureira (falecida na Fundação St.º António) e marido.

Cristo Rei: Quando o poder é cruz, a cruz é amor, o amor é liberdade

Neste último domingo do ano litúrgico, celebramos a solenidade de Cristo Rei do universo. E o Evangelho de hoje faz-nos contemplar Jesus enquanto se apresenta a Pilatos como rei de um reino que não é deste mundo.

Isto não significa que Cristo seja rei de um outro mundo, mas que é rei de um outro modo. Mas é Rei neste mundo! Trata-se de uma contraposição entre duas lógicas. A lógica mundana apoia-se na ambição e na competição, combate com as armas do medo, da chantagem e da manipulação das consciências.

A lógica do Evangelho, de Jesus, ao contrário, exprime-se na humildade e na gratuitidade, afirma-se silenciosa mas eficazmente com a força da verdade. Os reinos deste mundo regem-se por vezes sobre prepotências, rivalidades, opressões; o reino de Cristo é um 
reino de justiça, de amor e de paz.

Jesus revelou-se rei... Quando? No acontecimento da cruz. Quem olha a cruz de Cristo não pode não ver a surpreendente gratuitidade do amor. (...) Falar de poder e de força, para o cristão, significa fazer referência ao poder da cruz e à força do amor de Jesus: um amor que permanece sólido e íntegro, mesmo diante da recusa, e que aparece como o cumprimento de uma vida gasta na total oferta de si em favor da humanidade.

No Calvário, quem passava e os chefes insultam Jesus pregado na cruz, e lançam-lhe o desafio: «Salva-te a ti mesmo descendo da cruz». Mas, paradoxalmente, a verdade de Jesus é precisamente aquele que em tom de escárnio lhe atiram à cara os seus adversários: «Não pode salvar-se a si próprio».

Se Jesus tivesse descido da cruz, teria cedido à tentação do príncipe deste mundo; em vez disso, Ele não se pode salvar a si mesmo para poder salvar os outros (...), para poder salvar cada um de nós dos nossos pecados.

E isto, quem o compreendeu? Compreendeu-o um dos dois malfeitores que são crucificados com Ele, chamado o "bom ladrão", que lhe suplica: «Jesus, recorda-te de mim quando entrares no teu reino» (...).

A força do reino de Cristo é o amor: por isso a realeza de Jesus não nos oprime, mas liberta-nos das nossas fragilidades e misérias, encorajando-nos a percorrer o caminho do bem, da reconciliação e do perdão. (...)

Diante das muitas lacerações no mundo e às demasiadas feridas na carne dos homens, peçamos à Virgem Maria de nos sustentar-nos no nosso compromisso de imitar Jesus, nosso rei, tornando presente o seu reino com gestos de ternura, de compreensão e de misericórdia.

Papa Francisco 
"Angelus", Vaticano, 22.11.2015 
Trad.: Rui Jorge Martins 

Publicado em 22.11.2015

10 de janeiro de 2016

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo

22 de Novembro



No 34º Domingo do Tempo Comum, celebramos a Solenidade de Jesus Cristo, Rei e Senhor do Universo. A Palavra de Deus que nos é proposta neste último domingo do ano litúrgico convida-nos a tomar consciência da realeza de Jesus; deixa claro, no entanto, que essa realeza não pode ser entendida à maneira dos reis deste mundo: é uma realeza que se concretiza de acordo com uma lógica própria, a lógica de Deus. O Evangelho, especialmente, explica qual é a lógica da realeza de Jesus.

A primeira leitura anuncia que Deus vai intervir no mundo, a fim de eliminar a crueza, a ambição, a violência, a opressão que marcam a história dos reinos humanos. O anúncio de um “filho de homem” que virá “sobre as nuvens” para instaurar um reino que “não será destruído” leva-nos a Jesus. Ele veio ao encontro dos homens para lhes propor uma nova ordem, em que os pobres, os débeis, os fracos, os marginalizados, aqueles que não podem fazer ouvir a sua voz nos grandes areópagos internacionais não mais serão humilhados e espezinhados. Jesus introduziu na história uma nova lógica, substituindo a lógica do orgulho e do egoísmo, por uma lógica de amor, de serviço, de doação.

Na segunda leitura, o autor do Livro do Apocalipse apresenta Jesus como o Senhor do Tempo e da História, o princípio e o fim de todas as coisas, o “príncipe dos reis da terra”, Aquele que há de vir “por entre as nuvens” cheio de poder, de glória e de majestade para instaurar um reino definitivo de felicidade, de vida e de paz. É, precisamente, a interpretação cristã dessa figura de “filho de homem” de que falava a primeira leitura.

O Evangelho apresenta-nos, num quadro dramático, Jesus a assumir a sua condição de rei diante de Pontius Pilatus. A cena revela, contudo, que a realeza reivindicada por Jesus não assenta em esquemas de ambição, de poder, de autoridade, de violência, como acontece com os reis da terra. A missão “real” de Jesus é dar “testemunho da verdade”; e concretiza-se no amor, no serviço, no perdão, na partilha, no dom da vida.

A “realeza” de Jesus concretiza-se, por um lado, na luta contra o egoísmo e o pecado que escravizam o homem e que o impedem de ser livre e feliz; por outro lado, a realeza de Jesus consuma-se na proposição de uma vida feita amor e entrega a Deus e aos irmãos. Esta meta não se alcança através de uma lógica de poder e de força (que só multiplicam as cadeia de mentira, de injustiça, de violência); mas alcança-se através do amor, da partilha, do serviço simples e humilde em favor dos irmãos. É esse “reino” que Jesus veio propor; é a esse “reino” que Ele preside.


Liturgia da Palavra da Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo

I Leitura Dan 7, 13-14

«O seu poder é eterno»

O “Filho de homem” de que fala o profeta é a maneira de falar que Jesus depois adotou, aplicando-a a Si mesmo. Este “Filho de homem” que recebe de Deus um reino eterno é Jesus, que, pela oblação de Si mesmo ao Pai na Cruz, mereceu a glória da ressurreição, e assim Se tornou o “Primogénito de entre os mortos”, Cabeça de toda a humanidade por Ele remida, Senhor de todo o Universo, sentado à direita do Pai.  
                              

Salmo 92 (93)
O Senhor é rei num trono de luz..

II Leitura Ap 1, 5-8

«O Príncipe dos reis da terra
fez de nós um reino de sacerdotes para Deus»

O Apocalipse de S. João, escrito em tempo de perseguição, proclama, para além da opressão e da morte infligida à Igreja, o triunfo pascal de Jesus, o Crucificado, mas agora Ressuscitado. Ele é Rei e Sacerdote diante de Deus. E os membros do seu povo, que é o seu Corpo místico, são, com Ele e n’Ele, reis e sacerdotes; são um povo real e sacerdotal; assim os fez o Batismo.

Aclamação ao Evangelho             
Mc 11, 9.10

Bendito o que vem em nome do Senhor,
bendito o reino do nosso pai David.

Evangelho                            
Jo 18, 33b-37

«É como dizes: sou Rei»

No tribunal judaico do Sinédrio, Jesus tinha aplicado a Si o título de “Filho do homem”, referido pelo profeta Daniel na primeira leitura. Agora, no tribunal romano diante de Pilatos, confirma o título de Rei, que os seus inimigos citam contra Ele como motivo de condenação. Mas, só os que são da verdade podem compreender o que diz a sua voz.


Preparando a liturgia para o domingo I do Advento


Jer 33, 14-16                       
«Farei germinar para David um rebento de justiça»

Salmo 24 (25)                    
Para Vós, Senhor, elevo a minha alma.

1 Tes 3, 12 – 4, 2                
«O Senhor confirme os vossos corações no dia de Cristo»

Lc 21, 25-28.34-36           
«A vossa libertação está próxima»


Palavra de Deus para a semana de 23 a 28 de Novembro

23 Segunda 
Dan 1, 1-6. 8-20 - Salmo Dan 3, 52. 53 e 54. 55 e 56 - Lc 21, 1-4
Vigiai e estai preparados,                                                                                                 
para vos apresentardes sem temor diante do Filho do homem.

24 Terça 
Dan 2, 31-45 - Salmo Dan 3, 57. 58. 59. 60. 61 - Lc 21, 5-11                                              
Sê fiel até à morte, diz o Senhor, e dar-te-ei a coroa da vida.

25 Quarta 
Dan 5, 1-6. 13-14. 16-17. 23-28 - Salmo Dan 3,62-67- Lc 21, 12-19                                   
Sê fiel até à morte, diz o Senhor, e dar-te-ei a coroa da vida.

26 Quinta 
Dan 6, 12-28 – Sal - Dan 3, 68.69. 70. 71. 72. 73. 74 - Lc 21, 20-28                                    
Erguei-vos e levantai a cabeça, porque a vossa libertação está próxima.

27 Sexta 
Dan 7, 2-14 - Salmo Dan 3, 75. 76. 77. 78. 79. 80. 81- Lc 21, 29-33
«Quando virdes acontecer estas coisas,                                                                            
sabei que está próximo o reino de Deus»

28 Sábado
Dan 7, 15-27 - Salmo Dan 3, 82. 83. 84. 85. 86. 87 - Lc 21, 34-36                                     
«Vigiai e orai em todo o tempo, 
para vos apresentardes sem temor diante do Filho do homem,»

                                                                                       

22  novembro
    
S. Cecília, virgem e mártir


O culto de S. Cecília, que deu o nome a uma basílica construída em Roma no século V, difundiu-se amplamente a partir da narração do seu martírio em que ela é exaltada como exemplo perfeitíssimo de mulher cristã, que abraçou a virgindade e sofreu o martírio por amor de Cristo.



23  novembro 
   
S. Clemente I, papa e mártir


Clemente foi o terceiro sucessor de Pedro no governo da Igreja de Roma, no final do século I. Escreveu uma importante carta aos Coríntios para restabelecer entre eles a paz e a concórdia.


S. Columbano, abade


Nasceu na Irlanda na primeira metade do século VI e estudou ciências sagradas e profanas. Tendo abraçado a vida monástica, partiu para França, onde fundou muitos mosteiros que governou com austera disciplina. Obrigado a exilar-se, foi para Itália, onde fundou o mosteiro de Bobbio. Depois de ter dedicado tão intensa atividade para promover a vida cristã e religiosa do seu tempo, morreu no ano 615.


24 novembro 
   
SS. André Dung-Lac, presbítero, e Companheiros, mártires


Nas regiões do Extremo Oriente, antigamente chamadas Tonquim, Annam e Cochinchina, agora integradas na república do Vietnam, foi anunciado o Evangelho desde o séc. XVI, por intermédio de numerosos missionários, que ali fizeram florescer uma fervorosa cristandade. Entre os séculos XVII e XIX, frequentes perseguições se levantaram contra os cristãos, apenas intercaladas por breves períodos de paz e tolerância, e uma incalculável multidão de mártires deu o supremo testemunho da fé com o derramamento do seu sangue com os mais diversos géneros de suplícios.
Entre eles contam se os 117 mártires – 21 missionários europeus e 96 vietnamitas (37 sacerdotes e 59 leigos) – que foram canonizados por João Paulo II a 19 de Julho de 1988.
              


Intenções para a Eucaristia de 29 de Novembro (10h)

António José Lino;
Manuel Vieira Ribeiro, pais e sogros;
Manuel Alfredo da Fonseca Soares;
Alexandre Joaquim Soares;
Fernando Pinto Melo;
Fernando Moreira Caetano;
Joaquim Moreira e esposa, do Alto;
Maria Luísa de Sousa e marido, de Vila Nova;
Joaquim Vieira e esposa, das Regadas;
Gualter Ferraz Pinto, de Vila Nova;
Maria Emília Leal Teixeira;
Maria da Conceição Aguiar Pinto e marido;
Alexandre Luís Barros Ferraz


      Caminhada de Advento – Natal – 2015/2016               

Há mais alegria em dar (-se)! (At 20,35)   

Felizes os misericordiosos! (Mt 5,7)


29 NOV – DOMINGO I ADVENTO

Eucaristia - Festa do Acolhimento (1º ano), igreja, 10h

Ao celebrarmos a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, somos convidados, antes de mais, a descobrir e interiorizar esta realidade: Jesus, o nosso rei, é princípio e fim da história humana, está presente em cada passo da caminhada dos homens e conduz a humanidade ao encontro da verdadeira vida. Os inícios do séc. XXI estão marcados por uma profunda crise de liderança a nível mundial. Os líderes das nações são, frequentemente, homens com uma visão muito limitada do mundo, que não se preocupam com o bem da humanidade e que conduzem as suas políticas de acordo com lógicas de ambição pessoal ou de interesses particulares. Esta constatação não deve, no entanto, lançar-nos no desânimo: nós sabemos que Cristo é o nosso rei, que Ele preside à história e que, apesar das falhas dos homens, continua a caminhar connosco e a apontar-nos os caminhos da salvação e da vida.

Jesus, o nosso rei, apresenta-Se aos homens sem qualquer ambição de poder ou de riqueza. Diante dos homens, Ele apresenta-se só, indefeso, prisioneiro, armado apenas com a força do amor e da verdade. Não impõe nada; só propõe aos homens que acolham no seu coração uma lógica de amor, de serviço, de obediência a Deus e aos seus projetos, de dom da vida, de solidariedade com os pobres e marginalizados, de perdão e tolerância. É com estas “armas” que Ele vai combater o egoísmo, a autossuficiência, a injustiça, a exploração, tudo o que gera sofrimento e morte. É uma lógica desconcertante e incompreensível, à luz dos critérios que o mundo avaliza e enaltece.

Como Jesus, a nossa vida, as nossas opções, a forma de nos relacionarmos com aqueles com quem todos os dias nos cruzamos, devem ser marcados por uma contínua atitude de serviço humilde, de dom gratuito, de respeito, de partilha, de amor. Como Jesus, também nós temos a missão de lutar – não com a força do ódio e das armas, mas com a força do amor – contra todas as formas de exploração, de injustiça, de alienação e de morte… O reconhecimento da realeza de Cristo convida-nos a colaborar na construção de um mundo novo, do Reino de Deus.

14 de novembro de 2015

Intenções para a Eucaristia de 15 de Novembro (10h)

Associados da Mensagem de Fátima; 

Aniversário natalício de António Soares de Moura; 

Avô paterno, padrinho e amigo Carlos André, de Carlos Daniel; 

Luísa Pereira, marido e genro, do Alto; 

Manuel Duarte Moreira; 

Carlos André; 

António Luís, da Pena; 

Maria da Conceição Soares; 

José de Azeredo e Silva; 

Joaquina da Silva Madureira (falecida na Fundação Sto. António) e marido.