25 de setembro de 2017

Acolhimento ao novo Pároco. 24 de setembro de 2017

A Paróquia de S. Paio de Favões acolheu com alegria o seu novo Pároco, o Sr. P. Carlos.
A Comunidade acolheu com muita alegria:
foi afixado um painel com o tema do ano pastoral "Movidos pelo amor de Deus" e uma saudação ao novo Pároco,foi feito um lindo tapete com os símbolos apropriados: chave (tomada de posse), cálice e hóstia (Eucaristia) e pomba (Espírito Santo).

Depois da entrega da chave por um membro do Conselho económico, o Sr Padre Carlos abriu a Igreja. De seguida foi lida a carta de tomada de posse pelo Sr Vigário, o Sr P. Hermínio, que também lhe entregou a Casula. Depois foi entregue a chave do Sacrário pelo Diácono permanente.
A Celebração decorreu com muita alegria e participação. 
O Sr P. Vales quis também dizer algumas palavras relembrando os 53 anos ao serviço desta paróquia.
No final o Sr Padre Carlos cumprimentou toda a comunidade e foi entregue a todos os presentes uma pagela para assinalar o evento e dar, de certa forma, o inicio ao novo ano pastoral.
Foi feito um lanche convivio com a colaboração de toda a comunidade.
A Comunidade de S. Paio de Favões sente-se agradecida.
Seja bem vindo.



































25 de março de 2016

Domingo de Ramos na Paixão do Senhor

20 de Março de 2016




A liturgia deste último Domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz (que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus) apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor.

A primeira leitura apresenta-nos um profeta anónimo, chamado por Deusa testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristãos viram neste “servo” a figura de Jesus. Jesus, o “servo” sofredor que faz da sua vida um dom por amor, mostra aos seus seguidores o caminho: a vida, quando é posta ao serviço da libertação dos pobres e dos oprimidos, não é perdida mesmo que pareça, em termos humanos, fracassada e sem sentido.Ele é a Palavra de Deus feita carne, que oferece a sua vida para trazer a libertação/salvação aos homens… A vida de Jesus realiza plenamente esse destino de dom e de entrega da vida em favor de todos; e a sua glorificação mostra que uma vida vivida deste jeito não termina no fracasso, mas na ressurreição que gera vida nova.

A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.Os valores que marcaram a existência de Cristo continuam a não ser demasiado apreciados em muitos dos nossos ambientes contemporâneos. De acordo com os critérios que presidem ao nosso mundo, os grandes “ganhadores” não são os que põem a sua vida ao serviço dos outros, com humildade e simplicidade, mas são os que enfrentam o mundo com agressividade, com autossuficiência e fazem por ser os melhores, mesmo que isso signifique não olhar a meios para passar à frente dos outros.

O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz revela-se o amor de Deus, esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz dom total.


Liturgia da Palavra do Domingo de Ramos 

na Paixão do Senhor



I Leitura Is. 50, 4-7

Não desviei o meu rosto dos que Me ultrajavam, mas sei que não ficarei desiludido.

Esta leitura é um dos chamados “Cânticos do Servo do Senhor”. Este Servo revela-se plenamente em Jesus, na sua Paixão: Ele escuta a palavra do Pai e responde-lhe cheio de confiança, oferecendo-Se, em obediência total, pela salvação dos homens.


Salmo 21 (22)

Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?


II Leitura Filip 2, 6-11

Humilhou-Se a Si próprio; por isso Deus O exaltou
Esta leitura é também um cântico, mas agora do Novo Testamento, muito provavelmente em uso nas primitivas comunidades cristãs. Nele é celebrado o Mistério Pascal: Cristo fez-Se um de nós, obedeceu aos desígnios do Pai e humilhou-Se até à morte, e foi, por isso, exaltado até à glória de “Senhor”, que é a própria glória de Deus.


Aclamação ao Evangelho
Filip 2, 8-9

Cristo obedeceu até à morte e morte de cruz. Por isso Deus O exaltou
e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes.



Evangelho Lc 22, 14 –23, 56 

Meditação da Paixão do Senhor,
São Lucas é evangelista especialmente culto, pois que, segundo a tradição, era médico, e muito atento a circunstâncias mais significativas da sensibilidade dos participantes da Paixão do Senhor, como na referência às mulheres que desde a Galileia O tinham acompanhado e Lhe saíram ao encontro no caminho do Calvário e O seguiram até à hora da sua morte; é ele o único que refere o suor de sangue na agonia de Jesus, como também a oração do bom ladrão na cruz e o perdão que em resposta o Senhor lhe oferece. Ele é, de facto, o evangelista da misericórdia de Jesus.



Preparando a Liturgia para o Domingo V da Quaresma



Act. 10, 34a, 37-43 
Quem acredita n’Ele recebe pelo seu nome a remissão dos pecados.

Salmo 117(118) 
Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria.

Col. 3, 1-4 
Afeiçoai-vos às coisas do alto e não às da terra.

Jo 20, 1-9 
Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde O puseram.



Palavra de Deus para a semana de 

21 a 26 de Março



21 Segunda-feira
Is 42, 1-7 -Salmo 26 (27) -Jo 12, 1-11
Salve, Senhor, nosso Rei; só Vós tivestes piedade dos nossos erros.

22 Terça-feira
Is 49, 1-6 -Salmo 70 (71) -Jo 13, 21-33. 36-38
Salve, Senhor, nosso Rei, obediente ao Pai,
que fostes levado como manso cordeiro à morte na cruz.

23 Quarta-feira
Is 50, 4-9a -Salmo 68 (69) -Mt 26, 14-25
Salve, Senhor, nosso Rei; só Vós tivestes piedade dos nossos erros.

24 Quinta-feira
Ex 12, 1-8. 11-14 -Salmo 115 (116) -1 Cor 11, 23-26 -Jo 13, 1-15
Dou-vos um mandamento novo, diz o Senhor:
Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei.

25 Sexta-feira
Is 52, 13 –53, 12 -Salmo30 (31) -Hebr 4, 14-16 –5, 7-9 -Jo 18, 1 –19, 42
Cristo obedeceu até à morte e morte de cruz.
Por isso Deus O exaltou e Lhe deu um nome
que está acima de todos os nomes.

26 Sábado
Gen. 1, 1. 26-31a -Gén. 22, 1-2, 9a, 10-13, 15-18 -Ex. 14, 15 –15, 1 -Is 54, 5-14 -Is. 55, 1-11 -Bar. 3, 9-15, 32 –4, 4 -Ez. 36, 16-33 -Salmo 41(42) -Rom. 6, 3-11  Lc. 24, 1-12
Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a Sua misericórdia.
Diga a Casa de Israel: é eterna a Sua misericórdia.


Celebrar a paixão e morte de Jesus é abismar-se na contemplação de um Deus a quem o amor tornou frágil… Por amor, Ele veio ao nosso encontro, assumiu os nossos limites, experimentou a fome, o sono, o cansaço, conheceu a mordedura das tentações, tremeu perante a morte, suou sangue antes de aceitar a vontade do Pai; e, estendido no chão, esmagado contra a terra, atraiçoado, abandonado, incompreendido, continuou a amar. Desse amor resultou vida plena, que Ele quis repartir connosco “até ao fim dos tempos”: esta é a mais espantosa história de amor que é possível contar; ela é a boa notícia que enche de alegria o coração dos crentes.
Contemplar a cruz onde se manifesta o amor e a entrega de Jesus significa assumir a mesma atitude e solidarizar-se com aqueles que são crucificados neste mundo: os que sofrem violência, os que são explorados, os que são excluídos, os que são privados de direitos e de dignidade… Significa denunciar tudo o que gera ódio, divisão, medo, em termos de estruturas, valores, práticas, ideologias. Significa evitar que os homens continuem a crucificar outros homens. Significa aprender com Jesus a entregar a vida por amor… Viver deste jeito pode conduzir à morte; mas o cristão sabe que amar como Jesus é viver a partir de um dinâmica que a morte não pode vencer: o amor gera vida nova e introduz na nossa carne os dinamismos da ressurreição.

Vivamos a Semana Santa na oração e na contemplação de Jesus Cristo, a essência do nosso ser e da comunhão de irmãos em Igreja!



Intenções para a Eucaristia de 20 de Março (10h)


José de Azeredo e Silva; 
Associados da Mensagem de Fátima; 
António Pereira de Freitas e esposa;
Manuel de Araújo Barbosa; 
Aniversário natalíciode António da Silva Luís, do Lameu; 
António Soares de Moura; 
Emídio Ribeiro; 
Maria da Conceição Moreira, de Vila; 
Manuel Marques e Maria Júlia Pinto Marquese aniversário falecimento de Francisca Moreira Pinto; 
Emílio Nunes e Ricardo Luís; 
José Pereira Madureira; 
Joaquina da Silva Madureira (fal. na Fundação Sto. António) e marido; 
Pai de Maria de Jesus da Silva, de Requim; 
Aniversário falecimento de Ricardo Luís, esposa e filha.

Intenções para a Eucaristia de 27 de Março (8h30)


Fernando Pinto Melo; 
Manuel Pinto da Costa; 
Maria Emília Ferreira, da Sra. da Piedade; 
Manuel Vieira Ribeiro, pais e sogros; 
Manuel Alfredo da Fonseca Soares; 
Ana Barbosa Moreira e marido; 
José Pereira Madureira, pais e sogro; 
Fernando Moreira Caetano; 
Joaquim Moreira e esposa, do Alto; 
Maria Luísa de Sousa e marido, de Vila Nova; 
Joaquim Vieira e esposa, das Regadas; 
Gualter Ferraz Pinto, de Vila Nova; 
Maria da Conceição Aguiar Pinto e marido; 
Alexandre Luís Barros Ferraz.



Da Quaresma à Páscoa: 


Redescobrir e Praticar as Obras de Misericórdia Corporais


Semana Santa





Referências Bíblicas a partir do Leccionário Dominical C

Depositou-o num sepulcro escavado na rocha onde ninguém ainda tinha sido sepultado!(Evangelho da Paixão)



Obras de Misericórdia Corporais

Sepultar os mortos (7ª OMC) * Rezar a Deus, por vivos e defuntos (7ª OME)Trata-se de redescobrir o sentido pascal da morte, a oração de intercessão e a comunhão dos santos.


Propostas de Oração

Valorizar a participação nas celebrações do Tríduo Pascal.