25 de março de 2016

Domingo de Ramos na Paixão do Senhor

20 de Março de 2016




A liturgia deste último Domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz (que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus) apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor.

A primeira leitura apresenta-nos um profeta anónimo, chamado por Deusa testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristãos viram neste “servo” a figura de Jesus. Jesus, o “servo” sofredor que faz da sua vida um dom por amor, mostra aos seus seguidores o caminho: a vida, quando é posta ao serviço da libertação dos pobres e dos oprimidos, não é perdida mesmo que pareça, em termos humanos, fracassada e sem sentido.Ele é a Palavra de Deus feita carne, que oferece a sua vida para trazer a libertação/salvação aos homens… A vida de Jesus realiza plenamente esse destino de dom e de entrega da vida em favor de todos; e a sua glorificação mostra que uma vida vivida deste jeito não termina no fracasso, mas na ressurreição que gera vida nova.

A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.Os valores que marcaram a existência de Cristo continuam a não ser demasiado apreciados em muitos dos nossos ambientes contemporâneos. De acordo com os critérios que presidem ao nosso mundo, os grandes “ganhadores” não são os que põem a sua vida ao serviço dos outros, com humildade e simplicidade, mas são os que enfrentam o mundo com agressividade, com autossuficiência e fazem por ser os melhores, mesmo que isso signifique não olhar a meios para passar à frente dos outros.

O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz revela-se o amor de Deus, esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz dom total.


Liturgia da Palavra do Domingo de Ramos 

na Paixão do Senhor



I Leitura Is. 50, 4-7

Não desviei o meu rosto dos que Me ultrajavam, mas sei que não ficarei desiludido.

Esta leitura é um dos chamados “Cânticos do Servo do Senhor”. Este Servo revela-se plenamente em Jesus, na sua Paixão: Ele escuta a palavra do Pai e responde-lhe cheio de confiança, oferecendo-Se, em obediência total, pela salvação dos homens.


Salmo 21 (22)

Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?


II Leitura Filip 2, 6-11

Humilhou-Se a Si próprio; por isso Deus O exaltou
Esta leitura é também um cântico, mas agora do Novo Testamento, muito provavelmente em uso nas primitivas comunidades cristãs. Nele é celebrado o Mistério Pascal: Cristo fez-Se um de nós, obedeceu aos desígnios do Pai e humilhou-Se até à morte, e foi, por isso, exaltado até à glória de “Senhor”, que é a própria glória de Deus.


Aclamação ao Evangelho
Filip 2, 8-9

Cristo obedeceu até à morte e morte de cruz. Por isso Deus O exaltou
e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes.



Evangelho Lc 22, 14 –23, 56 

Meditação da Paixão do Senhor,
São Lucas é evangelista especialmente culto, pois que, segundo a tradição, era médico, e muito atento a circunstâncias mais significativas da sensibilidade dos participantes da Paixão do Senhor, como na referência às mulheres que desde a Galileia O tinham acompanhado e Lhe saíram ao encontro no caminho do Calvário e O seguiram até à hora da sua morte; é ele o único que refere o suor de sangue na agonia de Jesus, como também a oração do bom ladrão na cruz e o perdão que em resposta o Senhor lhe oferece. Ele é, de facto, o evangelista da misericórdia de Jesus.



Preparando a Liturgia para o Domingo V da Quaresma



Act. 10, 34a, 37-43 
Quem acredita n’Ele recebe pelo seu nome a remissão dos pecados.

Salmo 117(118) 
Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria.

Col. 3, 1-4 
Afeiçoai-vos às coisas do alto e não às da terra.

Jo 20, 1-9 
Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde O puseram.



Palavra de Deus para a semana de 

21 a 26 de Março



21 Segunda-feira
Is 42, 1-7 -Salmo 26 (27) -Jo 12, 1-11
Salve, Senhor, nosso Rei; só Vós tivestes piedade dos nossos erros.

22 Terça-feira
Is 49, 1-6 -Salmo 70 (71) -Jo 13, 21-33. 36-38
Salve, Senhor, nosso Rei, obediente ao Pai,
que fostes levado como manso cordeiro à morte na cruz.

23 Quarta-feira
Is 50, 4-9a -Salmo 68 (69) -Mt 26, 14-25
Salve, Senhor, nosso Rei; só Vós tivestes piedade dos nossos erros.

24 Quinta-feira
Ex 12, 1-8. 11-14 -Salmo 115 (116) -1 Cor 11, 23-26 -Jo 13, 1-15
Dou-vos um mandamento novo, diz o Senhor:
Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei.

25 Sexta-feira
Is 52, 13 –53, 12 -Salmo30 (31) -Hebr 4, 14-16 –5, 7-9 -Jo 18, 1 –19, 42
Cristo obedeceu até à morte e morte de cruz.
Por isso Deus O exaltou e Lhe deu um nome
que está acima de todos os nomes.

26 Sábado
Gen. 1, 1. 26-31a -Gén. 22, 1-2, 9a, 10-13, 15-18 -Ex. 14, 15 –15, 1 -Is 54, 5-14 -Is. 55, 1-11 -Bar. 3, 9-15, 32 –4, 4 -Ez. 36, 16-33 -Salmo 41(42) -Rom. 6, 3-11  Lc. 24, 1-12
Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a Sua misericórdia.
Diga a Casa de Israel: é eterna a Sua misericórdia.


Celebrar a paixão e morte de Jesus é abismar-se na contemplação de um Deus a quem o amor tornou frágil… Por amor, Ele veio ao nosso encontro, assumiu os nossos limites, experimentou a fome, o sono, o cansaço, conheceu a mordedura das tentações, tremeu perante a morte, suou sangue antes de aceitar a vontade do Pai; e, estendido no chão, esmagado contra a terra, atraiçoado, abandonado, incompreendido, continuou a amar. Desse amor resultou vida plena, que Ele quis repartir connosco “até ao fim dos tempos”: esta é a mais espantosa história de amor que é possível contar; ela é a boa notícia que enche de alegria o coração dos crentes.
Contemplar a cruz onde se manifesta o amor e a entrega de Jesus significa assumir a mesma atitude e solidarizar-se com aqueles que são crucificados neste mundo: os que sofrem violência, os que são explorados, os que são excluídos, os que são privados de direitos e de dignidade… Significa denunciar tudo o que gera ódio, divisão, medo, em termos de estruturas, valores, práticas, ideologias. Significa evitar que os homens continuem a crucificar outros homens. Significa aprender com Jesus a entregar a vida por amor… Viver deste jeito pode conduzir à morte; mas o cristão sabe que amar como Jesus é viver a partir de um dinâmica que a morte não pode vencer: o amor gera vida nova e introduz na nossa carne os dinamismos da ressurreição.

Vivamos a Semana Santa na oração e na contemplação de Jesus Cristo, a essência do nosso ser e da comunhão de irmãos em Igreja!



Intenções para a Eucaristia de 20 de Março (10h)


José de Azeredo e Silva; 
Associados da Mensagem de Fátima; 
António Pereira de Freitas e esposa;
Manuel de Araújo Barbosa; 
Aniversário natalíciode António da Silva Luís, do Lameu; 
António Soares de Moura; 
Emídio Ribeiro; 
Maria da Conceição Moreira, de Vila; 
Manuel Marques e Maria Júlia Pinto Marquese aniversário falecimento de Francisca Moreira Pinto; 
Emílio Nunes e Ricardo Luís; 
José Pereira Madureira; 
Joaquina da Silva Madureira (fal. na Fundação Sto. António) e marido; 
Pai de Maria de Jesus da Silva, de Requim; 
Aniversário falecimento de Ricardo Luís, esposa e filha.

Intenções para a Eucaristia de 27 de Março (8h30)


Fernando Pinto Melo; 
Manuel Pinto da Costa; 
Maria Emília Ferreira, da Sra. da Piedade; 
Manuel Vieira Ribeiro, pais e sogros; 
Manuel Alfredo da Fonseca Soares; 
Ana Barbosa Moreira e marido; 
José Pereira Madureira, pais e sogro; 
Fernando Moreira Caetano; 
Joaquim Moreira e esposa, do Alto; 
Maria Luísa de Sousa e marido, de Vila Nova; 
Joaquim Vieira e esposa, das Regadas; 
Gualter Ferraz Pinto, de Vila Nova; 
Maria da Conceição Aguiar Pinto e marido; 
Alexandre Luís Barros Ferraz.



Da Quaresma à Páscoa: 


Redescobrir e Praticar as Obras de Misericórdia Corporais


Semana Santa





Referências Bíblicas a partir do Leccionário Dominical C

Depositou-o num sepulcro escavado na rocha onde ninguém ainda tinha sido sepultado!(Evangelho da Paixão)



Obras de Misericórdia Corporais

Sepultar os mortos (7ª OMC) * Rezar a Deus, por vivos e defuntos (7ª OME)Trata-se de redescobrir o sentido pascal da morte, a oração de intercessão e a comunhão dos santos.


Propostas de Oração

Valorizar a participação nas celebrações do Tríduo Pascal.

Domingo V da Quaresma

13 de Março de 2016




“Quem de entre vós estiver sem pecado 

atire a primeira pedra”



A liturgia de hoje fala-nos (outra vez) de um Deus que ama e cujo amor nos desafia a ultrapassar as nossas escravidões para chegar à vida nova, à ressurreição.
A primeira leitura apresenta-nos o Deus libertador, que acompanha com solicitude e amor a caminhada do seu Povo para a liberdade. Esse “caminho” é o paradigma dessa outra libertação que Deus nos convida a fazer neste tempo de Quaresma e que nos levará à Terra Prometida onde corre a vida nova.

O nosso Deus é o Deus libertador, que não Se conforma com qualquer escravidão que roube a vida e a dignidade do homem e que está, permanentemente, a pedir-nos que lutemos contra todas as formas de sujeição.

A segunda leitura é um desafio a libertar-nos do“lixo” que impede a descoberta do fundamental: a comunhão com Cristo, a identificação com Cristo, princípio da nossa ressurreição.

Neste tempo favorável à conversão, é importante revermos aquilo que dá sentido à nossa vida. É possível que detectemos no centro dos nossos interesses algum desse “lixo” de que Paulo fala; mas Paulo convida a dar prioridade ao que é importante –a uma vida de comunhão com Cristo, que nos leve a uma identificação com o seu amor, o seu serviço, a sua entrega.

O Evangelho diz-nos que, na perspectiva de Deus, não são o castigo e a intolerância que resolvem o problema do mal e do pecado; só o amor e a misericórdia geram activamente vida e fazem nascer o homem novo. É esta lógica –a lógica de Deus –que somos convidados a assumir na nossa relação com os irmãos.

O nosso Deus funciona na lógica da misericórdia e não na lógica da Lei; Ele não quer a morte daquele que errou, mas a libertação plena do homem. Nesta lógica, só a misericórdia e o amor se encaixam: só eles são capazes de mostrar o sem sentido da escravidão e de soprar a esperança, a ânsia de superação, o desejo de uma vida nova. A força de Deus (essa força que nos projecta para a vida em plenitude) não está no castigo, mas está no amor.

No nosso mundo, o fundamentalismo e a intransigência falam frequentemente mais alto do que o amor: mata-se, oprime-se, escraviza-se em nome de Deus; desacredita-se, calunia-se, em razão de preconceitos; marginaliza-se em nome da moral e dos bons costumes…Neste caminho quaresmal, Deus desafia-nos à superação de todas as realidades que nos escravizam e sublinha esse desafio com o seu amor e a sua misericórdia; e convida-nos a despir as roupagens da hipocrisia e da intolerância, para vestir as do amor.


Liturgia da Palavra do Domingo V da Quaresma



I Leitura Is 43, 16-21

«Vou realizar uma coisa nova: matarei a sede ao meu povo»

A história da salvação acompanha todos os tempos e o que Deus fez, no passado em favor do seu povo, continua a fazê-lo no presente. Nesta leitura, o Profeta, que anuncia o regresso do exílio, onde o povo de Deus esteve em cativeiro, quer fazer sentir que o que vai agora acontecer não é menos admirável do que o que tinha acontecido na Páscoa antiga, quando o povo saiu do Egipto. Quanto mais admirável não é o que Deus faz agora por nós em Jesus Cristo!


Salmo 125 (126)

Grandes maravilhas fez por nós o Senhor.


II Leitura Filip 3, 8-14

«Por Cristo, considerei todas as coisas como prejuízo, configurando-me à sua morte»

Esta leitura liga-se hoje à anterior: é em Cristo que vamos encontrar completamente realizado o momento culminante e a plenitude da história da salvação, é n’Ele que a Lei e os Profetas encontram a realização perfeita, é para Ele que toda a história anterior apontava, e semEle nada tem sentido. Quem assim o entender, como S. Paulo o entendeu, há-de considerar a participação no mistério da Páscoa do Senhor como a maior graça de Deus.

Aclamação ao Evangelho

Convertei-vos a Mim de todo o coração, diz o Senhor; porque sou benigno e misericordioso.

Evangelho Jo 8, 1-11

«Quem de entre vós estiver sem pecado atire a primeira pedra»

A novidade que Deus oferece ao mundo em Jesus Cristo não aparece à custa da destruição do que anteriormente existiu. A graça não vem à custa da morte do pecador. É a partir da história dos homens pecadores que Deus vai fazer surgir a história da salvação, que os há de renovar. É na mulher pecadora que Jesus faz brilhar a luz nova da sua graça. Envelhecida pelo pecado, torna-se, pelo poder do Senhor, nova criatura.

 

Preparando a Liturgia para 

o Domingo de Ramos na Paixão do Senhor



Is. 50, 4-7 
«Não desviei o meu rosto dos que Me ultrajavam,
mas sei que não ficarei desiludido»

Salmo 21 (22) 
Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?

Filip 2, 6-11 
«Humilhou-Se a Si próprio; por isso Deus O exaltou.»

Lc 22, 14 – 23, 56 
Narração da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo.


Palavra de Deus para a semana de 

14 a 19 de Março



14 Segunda-feira
Dan 13, 1-9.15-17.19-30.33-62 -Salmo 22 (23) -Jo 8, 1-11
Eu não quero a morte do pecador, diz o Senhor, mas que se converta e viva.

15 Terça-feira
Num 21, 4-9 -Salmo 101 (102)-Jo 8, 21-30
A semente é a palavra de Deus e o semeador é Cristo.
Quem O encontra viverá eternamente.

16 Quarta-feira
Dan 3, 14-20. 91-92. 95-Salmo Dan 3, 52. 53. 54. 55. 56 -Jo 8, 31-42
Felizes os que recebem a palavra de Deus de coração sincero e generoso 
e produzem fruto pela perseverança.

17 Quinta-feira
Gen 17, 3-9 -Salmo 104 (105)-Jo 8, 51-59
Se hoje ouvirdes a voz do Senhor, não fecheis os vossos corações.

18 Sexta-feira
Jer 20, 10-13 -Salmo 17 (18)-Jo 10, 31-42
As vossas palavras, Senhor, são espírito e vida,
Vós tendes palavras de vida eterna.

19 Sábado
2 Sam 7, 4-5a. 12-14a. 16 -Salmo88 (89) -Rom 4, 13. 16-18. 22 -Mt 1,16. 18-21. 24a ou Lc 2, 41-51a
Felizes os que habitam na vossa casa, Senhor: eles Vos louvarão pelos tempos sem fim. 



19 de Março 


S. José, Esposo da Virgem Santa Maria

Nos desígnios de Deus, José foi o homem escolhido para ser o pai adoptivo de Jesus. É no seio da sua família modestíssima que se realiza, com efeito, o Ministério da Incarnação do Verbo. Intimamente unido à Virgem-Mãe e ao Salvador, José situa-se num plano muito superior ao dos mais profundos místicos: amando Jesus, amava o Seu Deus; toda a ternura respeitosa, com que envolvia Maria, dirigia-se à Imaculada Mãe de Deus.
Figura perfeita do «justo» do Antigo Testamento, homem de uma fé a toda a prova, no cumprimento da sua missão, mostrará sempre uma disponibilidade total, mesmo nos acontecimentos mais desconcertantes.
Protector providencial de Cristo, continua a sê-lo do Seu Corpo Místico. O exemplo da sua vida é sempre actual para todos quantos querem situar a sua vida no âmbito dos desígnios de salvação do Senhor.

A mulher adúltera…
“Esta mulher foi apanhada em flagrante delito de adultério…” “Aquela martirizou o seu filho…” “Aquela deixou-o morrer de fome…” “Aquela outra…” …e as nossas mãos já estão cheias de pedras para a lapidar.
Esta semana, a convite de Jesus, comecemos por olhar onde se situa o nosso pecado… De seguida, em relação a todas estas mulheres de hoje condenadas sem apelo, abramos o nosso coração à compreensão… à misericórdia… e talvez ao apoio na sua angústia.



Intenções para a Eucaristia de 13 de Março (10h)


Aniversário falecimento Alexandre Medon e filhos António e Manuel; 
António da Silva Luís; 
Rosa de Jesus Carneiro e Martinho Pinto, de Carvalho de Vila; 
Manuel Madureira Vieira e seu pai; 
Familiares de Madalena Teixeira de Almeida e de António Casimiro Almeida; 
Albino Teixeira Pinto e esposa, de Requim; 
Luísa Pereira, marido e genro, do Alto; 
Manuel Duarte Moreira; 
Carlos André; 
António Luís, da Pena; 
Maria da Conceição Soares; 
Da Associação por Maria Luísa Pinto Moreira Luís; 
Anacleto Guedes Moreira.


Intenções para a Eucaristia de 20 de Março (10h)


José de Azeredo e Silva; 
Associados da Mensagem de Fátima; 
António Pereira de Freitas e esposa;
Manuel de Araújo Barbosa; 
Aniversário natalíciode António da Silva Luís, do Lameu; 
António Soares de Moura; 
Emídio Ribeiro; 
Maria da Conceição Moreira, de Vila.


Da Quaresma à Páscoa: 

Redescobrir e Praticar as Obras de Misericórdia Corporais


5.ª Semana



Referências Bíblicas a partir do Leccionário Dominical C

O regresso dos cativos (1ª leitura)
Fazei, regressar, Senhor, os nossos cativos! (Sal.125 /126)
Vai e não voltes a pecar! Evangelho)


Obras de Misericórdia Corporais

Visitar os presos
Assistir aos doentes

Propostas de Oração

Oração do Ato de contrição
Meu Deus, porque sois infinitamente bom e Vos amo de todo o meu coração, pesa-me de Vos ter ofendido e, com o auxílio da Vossa divina graça, proponho firmemente emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Peço e espero o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Ámen



A vida cristã é uma caminhada permanente, rumo à Páscoa, rumo à ressurreição. Neste tempo de Quaresma, somos convidados a deixar definitivamente para trás o passado e a aderir à vida nova que Deus nos propõe. Cada Quaresma é um abalo que nos desinstala, que põe em causa o nosso comodismo, que nos convida a olhar para o futuro e a ir além de nós mesmos, na busca do Homem Novo. O que é que, na minha vida, necessita de ser transformado? O que é que ainda me mantém alienado, prisioneiro e escravo? O que é que me impede de imprimir à minha vida um novo dinamismo, de forma que o Homem Novo se manifeste em mim?